[caraio, a marta lê isso agora! hahahaha]
toca o sinal, 10h30. aula de gramática, com o coruja. estou muuito entretida e resolvi que não posso ficar saindo mais cedo todo dia só pra ir andando calmamente e sentar um tempinho na rodoviária e ficar lendo e fumando. então eu fico. 10h45. o sinal derradeiro. levanto e saio andando antes do comboio, odeio ficar enrolada com aquela centena de gente no meio da escada. chego na rodoviária de boa, o cara que pega o mesmo ônibus que eu e desce no mesmo ponto está lá. há umas 20 pessoas desse lado da plataforma.
estou lendo 'é fácil matar' e está bem na parte da seita das bruxas e tal, quando a bridget some e o luke tem que descobrir que é o assassino loogo senão ela morre.
passa um ônibus, ficam umas 10 pessoas. passa outro, ficam três. e o cara some.
eu fico pensando: 'será que o mano pegou outro ônibus hoje?? ou será que passou o nosso?'
chegam mais umas duas pessoas, logo passa um ônibus e elas vão embora. fico sozinha. mas na outra plataforma tem uma galere ainda.
chega um tiozão meio amalucado em mim, 20 minutos depois: 'você tá indo pra sumaré??'. eu digo: 'ehh... não.' e ele: 'todo mundo vai pra sumaré :D' e sorri um sorriso imenso e banguelo. e eu: 'okaaay, tio (Y) eu vou ali, tá?' e vou embora sorrindo pensando nessa afirmação dele.
olho no relógio: 23h23.
ligo pra minha mãe: 'mãe, fique sussa, eu tô aqui na rodoviária ainda, mas logo chego em casa, acho'.
então o tla ônibus pra sumaré chega. fico eu e um casal.
vem um outro ônibus e eles vão embora.
faz 35 minutos que não passa nenhum ônibus. começo a me assustar.
ligo de novo: 'oh, manhê. não passa mais ônibus, poxa.'
minha mãe me diz pra eu esperar e ficar de boa que uma hora vem o ônibus.
mal acabei de colocar o telefone no gancho surge o mano. o mano vem andando calmamente e passa por mim. e vai andando me olhando. sobe a rampa e fica um tempão lá. já é
11h40. então ele desce e vem vindo me minha direção.
eu agarro o telefone e começo a falar sozinha.
loucamente. ele para no meio do caminho e fica meio sem rumo. então encosta na parede na rampa, cruza os braços e fica me olhando.
tento lembrar o telefone no allan mas não sai nada da minha mente. disfarçadamente ligo pra minha mãe e digo: 'o que faço, mãe?'
ela me aconselha a SUBIR A RAMPA, PASSAR POR ELE, QUEM SABE DAR UM OI, e ir pegar um taxi lá em cima. e eu disse: 'nem fudendo'. e ela: 'fique aí então!'
compreensão nota dez.
continuei fingindo que estava falando com alguém quando o telefone toca(?), eu me assusto a beça(?) e grito: 'MÃE?' e o mano desce uns passos da rampa.
eu poderia até rir agora se eu não ficasse me lembrando do cagaço do momento e tal.
ouço a voz da minha mãe dizendo que vai me mandar um taxi.
o taxi chega e no momento que eu entro eu olho pra trás eu vejo o mano descendo a rampa e indo embora ¬¬
aff. que bosta.
odiei essa história.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

o mano queria apenas te conhecer e falar sobre a vida. você que colocou maldade na situação...
ResponderExcluirbeijomaria
o mano queria apenas te conhecer e falar sobre a vida. você que colocou maldade na situação..[2]
ResponderExcluireu entraria em pânico se estivesse em uma situação dessas ._.
naaaaaaaaaaadiia , justo a dona de um dos fotologs que eu mais gosto de ler , tem um blog ...
blog é bem melhor.. e mesmo que goste de fotos da pra postar footo aqui tb :B
vou seguir sua dica e por a foto no perfil :)
:*