ontem acordei bem cedo. peguei o onibus e fui pra campinas. passei a manhã com o allan. tomamos cerveja, assistimos desenho, fumamos, ouvimos bob dylan, nos divertimos. foi uma delícia. na hora do almoço, fomos pra são paulo. almoçamos com minha família tooda. minha vó, meu avô, minhas tias, meus primos, meus pais e a bia.
meu avô tinha ido pescar e pescou um peixe enorme e delicioso ;9
à tarde eu e Allan fomos no Patrick. estavam lá a Gisele, o Zé, a Lih, a Ruiva, a Catéca, o Castor, a Monikitah, o Ted, o Ric, o Videira. Allan gostou muito deles e entrou numa conversa muito profunda obre literatura e rockandroll com Videira, Ric, Gi e Castor. Enquanto isso, eu falava putarias e bobices e fofocava com as outras meninas, o Ted e o Zé. Abracei tanto o Zé que ele ficou de saco cheio de mim e eu dele [impossível].
Quando foi anoitecendo, fomos pra Itapeva com a Bia.
Ele foi ver os amigos dele e eu fui à casa da minha Marta esperar a Monique chegar. Marta, Bia e eu comemos brigadeiros e jogamos The Sims esperando.
Logo em seguida chegou Jefz. Duda nos esperava na praça. Driela, Camii e Duh lá na frente da casa da Dri.
Fomos pro Primo's. Ia ter Still Burn! E depois, PBB *___*
Allan estava lá. Rômulo, Lucassarinho, Thalles, João Paulo, Albertão, Rodolfo, Carlos, Thais, Thy, Fourlan, Camila, Gi, Thiele, Amormerce, Celsinho, Jack, Nádia, Mariana, Thiago Harder, Danielzinho, Lêticia, Vitor Perry, Lu b. voo, Natz, Lily, Clara, Charlene, Alex, Bolinha, Rodrigo Setentista, Rodrigão, Pardal de Ouro, Peregrino, Danilo, Paulíssima, Maaandyy, ANDERSON HIROSHI QUE VOLTOU DO JAPÃO *__*, TIPO GERALZÃO. [com certeza esqueci de alguém, tinha MUITA GENTE legal].
Foi muuuuiitooo massa, ambos os shows. Os melhorees, nossa :O
Lá pelas muitas da madrugada, deixe o Namorado 236 na casa dele. Desci a Norte-Sul cantando Sandy e Junior, Marjorie Estiano e Legião Urbana a plenos pulmões. Com o Marga. HAHAHAHAHAHAHAHAH
Sentamos no Grande Nada, nós, Marias. Só Marias, só nós 6 e o Jeh. Vimos o sol nascer, muito calmamente, tomando uma cerveja. Ficamos quietas, muito quietas, de mãos dadas. Só respirando bem fundo e sentindo a mão da melhor amiga na sua. Lembrando de tudo pelo qual passamos. Muito. Muito. Muito pouco perto do que vem.
Levantamos e tomamos café da manhã no tio Toninho. Encontramos o Cadu lá. Ele nos deu um abraço gostoso e me falou palavras bonitas. Desci aquela ladeira gigante da minha casa, pensando na perfeição, beleza e santidade de tudo aquilo que há na minha vida.
Desde o blues com um namorado que eu nunca ousei pedir a ninguém às sete Marias(os) na minha vida.
Quando eu pegar fotos desse dia eu posto :)
quinta-feira, 26 de março de 2009
domingo, 22 de março de 2009
você me falou pra eu não me preocupar.
ter fé e ver coragem no amor.
eu entendi, sério. e vou compreender, em breve.
não aguento mais essa vida de reclamações sem fim. afinal de contas, que tipo de hipocrita eu sou??
do tipo que fala pra melhor amiga não se preocupar com nada porque ela tem um namorado pra abraçar no fim do dia, uma família incrivel e amigas pra estar junto e curtir sempre que rpecisar.
eu não tneho nada disso, mas eu tenho minha irmã que é um pedaço do céu pra mim e todo mundo sabe disso. tenho cerveja barata do outro lado da avenida. e acima de tudo, tenho uma pessoa que me faz mais feliz do que qualquer outra e que me ama. a gente se perde debaixo (e em cima ¬¬) de viadutos e a moça acha que ela tá tentando assaltar ela e sai correndo e eu morro de dar risada. ele fica horas conversando com minha mãe, fumando e tomando café. a gente senta pra tomar cerveja e falar da vida, eu, ele e minha irmã. a gente faz planos pra juntar nosso irmãos. a gente fala de t-u-d-o. a pior coisa na vida é abraça-lo e solta-lo pra ele entrar num ônibus e passar a semana longe de mim ¬¬
não vou mais reclamar de nada. só quando o santos perder, hoje ¬¬
[estou acompanhando pelo globoesporte em tempo real, porque ninguém me deixa ver futebol aqui em casa :P]
ter fé e ver coragem no amor.
eu entendi, sério. e vou compreender, em breve.
não aguento mais essa vida de reclamações sem fim. afinal de contas, que tipo de hipocrita eu sou??
do tipo que fala pra melhor amiga não se preocupar com nada porque ela tem um namorado pra abraçar no fim do dia, uma família incrivel e amigas pra estar junto e curtir sempre que rpecisar.
eu não tneho nada disso, mas eu tenho minha irmã que é um pedaço do céu pra mim e todo mundo sabe disso. tenho cerveja barata do outro lado da avenida. e acima de tudo, tenho uma pessoa que me faz mais feliz do que qualquer outra e que me ama. a gente se perde debaixo (e em cima ¬¬) de viadutos e a moça acha que ela tá tentando assaltar ela e sai correndo e eu morro de dar risada. ele fica horas conversando com minha mãe, fumando e tomando café. a gente senta pra tomar cerveja e falar da vida, eu, ele e minha irmã. a gente faz planos pra juntar nosso irmãos. a gente fala de t-u-d-o. a pior coisa na vida é abraça-lo e solta-lo pra ele entrar num ônibus e passar a semana longe de mim ¬¬
não vou mais reclamar de nada. só quando o santos perder, hoje ¬¬
[estou acompanhando pelo globoesporte em tempo real, porque ninguém me deixa ver futebol aqui em casa :P]
sexta-feira, 20 de março de 2009
cliquem na foto senão não rola.
quinta-feira, 19 de março de 2009
a coisa que eu mais gosto no objetivo é a entrada, que tem uns mosaicos loucos meio gaudí e bem lá em cima, do lado esquerdo de um sistema solar e do lado direito de pirâmides, tá escrito bem grande:
IGUALDADE
LIBERDADE
FRATERNIDADE
acho lindo. sou desse tipo clichê de pessoa, saca.
agora, o que eu mais odeio - tirando, obviamente o sinal estridente, o ar condicionado no talo e os 7 lances de escada [todo dia eu canto (8)and she's buuuuying a...(8) sabem, né] - são aqueles alunos todos, que nunca devem ter se dado ao trabalho de olhar pra cima e ler isso, nem de seguir isso, nem de saber o porquê daquilo tudo.
eles me tratam sem nenhuma fraternidade, desejando que eu caia da escada. por que eu sou diferente, eu não sei se vocês notaram. não diferente bom, aiii que leegaaal, sou difereente, vou pra mtv ganhar dinheeiroo (h)
não, diferente na questão de minoria, mesmo. coisas que eu não tenho que ficar discutindo aqui.
mas, por exemplo: elas me acham estranha porque eu uso tênis pra ir a escola, realmente uma coisa de outro mundo. me acham estranha por causa da minha franja torta, que é DO JEITINHO que eu quero que seja, mas elas insistem em achar que foi um acidente. e eu não tenho blusinhas de um ombro só nem esss calças horrosas. caaara, eu não me encomodo com isso, com elas sendo diferentes de mim. maas... eu não posso evitar sempre de ouvir elas falando de mim na mesa do lado. outro dia eu tava lendo, com a cara enfiada no livro, quando ouço: 'aah, pra que ela lê uns livros desses?? porque ela não usa uns brincos, umas pulseiras? porque ela não fala com ninguém?' aí eu abaixei o livro bem rápido e tinha 6 meninas olhando pra trás, pra minha cara. então eu levantei o livro de novo e ouvi elas dando risinhos. okay, elas acham ruim eu não ter amigos?? então venham aqui conversar comigo. ou não, porque eu não preciso de gente assim na minha vida.
sinto falta de toda nossa ralézice. de contar moedas na moral e dividir tuiubaínas e nunca ter dinheiro pra nada, mas ser muito muito feliz e conversar com quem a gente visse sozinho no Primo's.
eles tem dinheiro pra tudo. mas não sabem ser pessoas legais.
sei lá. cada um tem seu fardo.
vou parar de me fazer de vitima.
IGUALDADE
LIBERDADE
FRATERNIDADE
acho lindo. sou desse tipo clichê de pessoa, saca.
agora, o que eu mais odeio - tirando, obviamente o sinal estridente, o ar condicionado no talo e os 7 lances de escada [todo dia eu canto (8)and she's buuuuying a...(8) sabem, né] - são aqueles alunos todos, que nunca devem ter se dado ao trabalho de olhar pra cima e ler isso, nem de seguir isso, nem de saber o porquê daquilo tudo.
eles me tratam sem nenhuma fraternidade, desejando que eu caia da escada. por que eu sou diferente, eu não sei se vocês notaram. não diferente bom, aiii que leegaaal, sou difereente, vou pra mtv ganhar dinheeiroo (h)
não, diferente na questão de minoria, mesmo. coisas que eu não tenho que ficar discutindo aqui.
mas, por exemplo: elas me acham estranha porque eu uso tênis pra ir a escola, realmente uma coisa de outro mundo. me acham estranha por causa da minha franja torta, que é DO JEITINHO que eu quero que seja, mas elas insistem em achar que foi um acidente. e eu não tenho blusinhas de um ombro só nem esss calças horrosas. caaara, eu não me encomodo com isso, com elas sendo diferentes de mim. maas... eu não posso evitar sempre de ouvir elas falando de mim na mesa do lado. outro dia eu tava lendo, com a cara enfiada no livro, quando ouço: 'aah, pra que ela lê uns livros desses?? porque ela não usa uns brincos, umas pulseiras? porque ela não fala com ninguém?' aí eu abaixei o livro bem rápido e tinha 6 meninas olhando pra trás, pra minha cara. então eu levantei o livro de novo e ouvi elas dando risinhos. okay, elas acham ruim eu não ter amigos?? então venham aqui conversar comigo. ou não, porque eu não preciso de gente assim na minha vida.
sinto falta de toda nossa ralézice. de contar moedas na moral e dividir tuiubaínas e nunca ter dinheiro pra nada, mas ser muito muito feliz e conversar com quem a gente visse sozinho no Primo's.
eles tem dinheiro pra tudo. mas não sabem ser pessoas legais.
sei lá. cada um tem seu fardo.
vou parar de me fazer de vitima.
o que mais me irrita na minha mãe (dentre mil coisas que eu não vou citar) é o fato de ela mudar a casa inteira toda vez que a gente sai. TODA VEZ. T-O-D-A.
cheguei ontem de manhã depois de muito rock and roll, stress e felicidade e meu quarto não era mais meu quarto. os movéis trocados, saca.
o da bia foi a mesma coisa.
e a sala também.
pode ser estranho uma pessoa com meu curriculum dizer uma coisa dessas, mas eu não gosto de mudanças. nem das boas.
aah, adaptação é uma merda. não sei. sorry, i can't. [be perfect(8)]
mudanças como essa que houve em casa tudo bem. passei um dia entrando nos cômodos errados, mas hoje já acordei sabendo onde tava cada coisa.
mas se fosse diferente, se eu demorasse um pouquinho mais de tempo, eu sei que quando me acostumasse, tudo mudava de novo. porque na minha casa, com a minha família, as coisas são assim.
não é justo, saca. meu pai diz que está nos criando na adversidade, que seremos melhor, caráter melhor, enfrentaremos melhor o mundo.
a única coisa que eu vejo acontecendo é meu terror por mudanças. e o medo de me acostumar, pra tudo mudar de novo.
é, eu culpo meus pais.
cheguei ontem de manhã depois de muito rock and roll, stress e felicidade e meu quarto não era mais meu quarto. os movéis trocados, saca.
o da bia foi a mesma coisa.
e a sala também.
pode ser estranho uma pessoa com meu curriculum dizer uma coisa dessas, mas eu não gosto de mudanças. nem das boas.
aah, adaptação é uma merda. não sei. sorry, i can't. [be perfect(8)]
mudanças como essa que houve em casa tudo bem. passei um dia entrando nos cômodos errados, mas hoje já acordei sabendo onde tava cada coisa.
mas se fosse diferente, se eu demorasse um pouquinho mais de tempo, eu sei que quando me acostumasse, tudo mudava de novo. porque na minha casa, com a minha família, as coisas são assim.
não é justo, saca. meu pai diz que está nos criando na adversidade, que seremos melhor, caráter melhor, enfrentaremos melhor o mundo.
a única coisa que eu vejo acontecendo é meu terror por mudanças. e o medo de me acostumar, pra tudo mudar de novo.
é, eu culpo meus pais.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Desde criança eu odeio o Corinthians. Eu nem tenho razão pra isso, eu só odeio.
Tá nas veias e tal. Eu já fui são paulina, quando era bem criança e meu avô paterno e meu tio/padrinho me seduziram. Naquela época eu nem gostava de futebol. Depois, dos seis aos dez, mais ou menos, fui Pplmerense. Entendam, meus pais trabalhavam e eu ficava o dia todo com meu Buelo. E ele era muito palmerense. Até aí eu não gostava de futebol, ainda. Com uns 10 ou 11 anos, meu pai me levou no meu primeiro jogo de futebol no Morumbi. Um desses dias inesquecíveis. Inesquecivel mesmo, lembro até hoje perfeitamente da torcida gritando e eu perguntando mil coisas pro meu pai. 'Pra qual a gente tá torcendo?' 'O Santos ganha bastante?' 'Qual o melhor time do Brasil?' 'E do mundo?' 'Qual o melhor jogador?' 'O que é um zagueiro??' 'O que é impedimento?'. E ele me respondeu tudo com muita verdade. Disse que o Santos andava uma bosta há muito anos. E eu pensava: por que essa gente toda então grita e pula com tanta alegria se estamos perdendo de 5 à 1? E ele me dizia: 'É amor pelo seu time.' Então eu fiz só mais uma pergunta:
- A gente vai vir muito aqui ainda, né?
E naquele primeiro dia, a gente perdeu de 5 a 1 pro Corinthians. E no metrô, 2534524624 corinthianos me assustaram PRA VALER. E meu pai, mais preconceituoso que sei lá quem, disse: 'Se você for arrumar um namorado corinthiano, nem precisar levar me casa. Eu não deixo você casar com um corinthiano.' Naquela época eu levava meu pai à sério (risos). Primeiro fiquei aterrorizada com a idéia. E se eu me apaixonasse loucamente por um corinthiano??? E depois pensei: desse mal não sofrerei ¬¬
Peguei profunda aversão à esse time e à essa gente. Sãopaulinos tem mania de dizer que o time deles é o melhor do Brasil, sempre que podem. Mas eu suporto. Palmerenses são TODOS fanáticos chatos virepalmereneesejaalguemmelhor. Mas eu suporto. Mas corinthianos...
Pois bem. Só dou desgosto pro meu pai, mesmo.
Cara, chega a me assustar, esse fato aí.
O que eu fui obrigada a aprender no decorrer da minha vida é que uma coisa não tem nada a ver com a outra, né. Aliás, tem. Tem sim. A vida me mandou corinthianos que me fizeram e fazem muito feliz. Muito mesmo.
Só corinthianos. Pois é.
Com isso, minha raiva do corinthians diminuiu um pouco.
Mas, sério. Nada daquilo lindo. Acho o cúmulo o Allan enchendo o meu saco por causa do Todo Poderoso Timão Maloquero Torcedor e sei lá o que mais.
Entretanto... estou eu aqui, tendo apostadotoda a minha torcida pelo Santos em troca de torcer pro Corinthians.
E sinceramente esperando perder :/
Porque vai ser uma situação win win. E do jeito que tá nem dá, fera.
Queria explicar melhor. Outro dia... outro dia.
Tá nas veias e tal. Eu já fui são paulina, quando era bem criança e meu avô paterno e meu tio/padrinho me seduziram. Naquela época eu nem gostava de futebol. Depois, dos seis aos dez, mais ou menos, fui Pplmerense. Entendam, meus pais trabalhavam e eu ficava o dia todo com meu Buelo. E ele era muito palmerense. Até aí eu não gostava de futebol, ainda. Com uns 10 ou 11 anos, meu pai me levou no meu primeiro jogo de futebol no Morumbi. Um desses dias inesquecíveis. Inesquecivel mesmo, lembro até hoje perfeitamente da torcida gritando e eu perguntando mil coisas pro meu pai. 'Pra qual a gente tá torcendo?' 'O Santos ganha bastante?' 'Qual o melhor time do Brasil?' 'E do mundo?' 'Qual o melhor jogador?' 'O que é um zagueiro??' 'O que é impedimento?'. E ele me respondeu tudo com muita verdade. Disse que o Santos andava uma bosta há muito anos. E eu pensava: por que essa gente toda então grita e pula com tanta alegria se estamos perdendo de 5 à 1? E ele me dizia: 'É amor pelo seu time.' Então eu fiz só mais uma pergunta:
- A gente vai vir muito aqui ainda, né?
E naquele primeiro dia, a gente perdeu de 5 a 1 pro Corinthians. E no metrô, 2534524624 corinthianos me assustaram PRA VALER. E meu pai, mais preconceituoso que sei lá quem, disse: 'Se você for arrumar um namorado corinthiano, nem precisar levar me casa. Eu não deixo você casar com um corinthiano.' Naquela época eu levava meu pai à sério (risos). Primeiro fiquei aterrorizada com a idéia. E se eu me apaixonasse loucamente por um corinthiano??? E depois pensei: desse mal não sofrerei ¬¬
Peguei profunda aversão à esse time e à essa gente. Sãopaulinos tem mania de dizer que o time deles é o melhor do Brasil, sempre que podem. Mas eu suporto. Palmerenses são TODOS fanáticos chatos virepalmereneesejaalguemmelhor. Mas eu suporto. Mas corinthianos...
Pois bem. Só dou desgosto pro meu pai, mesmo.
Cara, chega a me assustar, esse fato aí.
O que eu fui obrigada a aprender no decorrer da minha vida é que uma coisa não tem nada a ver com a outra, né. Aliás, tem. Tem sim. A vida me mandou corinthianos que me fizeram e fazem muito feliz. Muito mesmo.
Só corinthianos. Pois é.
Com isso, minha raiva do corinthians diminuiu um pouco.
Mas, sério. Nada daquilo lindo. Acho o cúmulo o Allan enchendo o meu saco por causa do Todo Poderoso Timão Maloquero Torcedor e sei lá o que mais.
Entretanto... estou eu aqui, tendo apostadotoda a minha torcida pelo Santos em troca de torcer pro Corinthians.
E sinceramente esperando perder :/
Porque vai ser uma situação win win. E do jeito que tá nem dá, fera.
Queria explicar melhor. Outro dia... outro dia.
terça-feira, 10 de março de 2009

seja o que for que venha, i call it challenge (h)
já provei isso pra mim mesma na vida. esse papo de querer e tal. se eu quero mesmo eu dou um jeito de dar certo, dentro do possível. o fato é que eu nunca quero nada.
acho que aí se encontra um grande problema. eu me lembro de ter querido mesmo algumas coisas na vida. passar na ETESP, 17 por vaga e tal. fazer a festa do farol, duas meninas, quatrocentos paus, uma semana, chuva e uma festa pra 300 e tantas pessoas. terminar o ensino médio, uma mulher maluca e poderosa, uma mulher maluca e recentida, quatro professores chantageados, dois professores do meu lado, 250 faltas, uma vagal. nada mais, saca.
estou dando muita importância pra duas coisas no momento. duas coisas profundamente interligadas, duas coisas que eu quero MUITO.
nunca levei a sério esse papo de querer chegar metade do caminho yada yada yada. acho isso axioma de alento a loser. mas hoje eu olho as coisas de maneira diferente. pela minha própria experiência.
mas a que se levar em conta que acontece o completo extremo comigo na maior parte das vezes!
é uma coisa tipo: nem vou levantar. total desmotivação. AHAHAHAHHAHAHAHAH
logo, só de eu querer, cara... as coisas já mudam completamente de figura.
e eu aprendi com uma pessoa que eu gosto muito a sair em direção ao que eu quero com a força de um trem.
acho que isso acontece porque eu não desperdiço minha força de vontade em correr pra não perder o ônibus, concertar a campainha que tava quebrada durante 20 anos, procurar na biblioteca um livro perdido que vai levar mil anos pra achar, ganhar concursos de redação, ser a melhor em sei lá o que, gritar 'EU SOU O MÁRIO' quando a gente joga supernintendo, ficar procurando como maluca um episodio perdido de house na internet ou se arrumar por 2 horas e meia pra sair a noite e poder pegar cem caras. eu nao desperdiço. eu direciono.
hahahahahahahahahaahhahahahah.
não sei se é o certo viver atolada nessa loserice pra depois conseguir coisas realmente grande e importantes, mas é assim que eu vivo e vivo razoavelmente feliz.
eu perco o ônibus, mas espero o outro e vou sentada e não chego suada. não concerto a campainha, mas evito presenças desagradáveis ou visitas inesperadas. não procuro o livro, baixo da internet ou peço pra alguém que eu gosto muito me emprestar. não me esforço pra escrever coisas que ganhariam concursos, escrevo coisas do meu coração e totalmente espontaneas que realmente me mostram que eu sou. nunca sou a melhor em nada, mas não desperto inveja (h). sou o luigi e gosto da roupinha verde dele. vou na locadora, gasto dinheiro e alugo a temporada, mas saio pra ver a noite e fumar durante o caminho. saio do jeito que eu estou e não pego 100 caras, pego só os caras certos, pelos motivos certos.
não é comodidade. nem otimismo. é desmotivação, mesmo. hahahahahahahahahahahahahah.
no fim, eu consigo o que eu quero. e se tornam minhas as coisas. mas no sentido intervencionista de mandar em algo. num sentido de 'ter' para cuidar muito bem, pra que nada nunca aconteça.
são fodas as coisas, né. nada é fácil de conseguir. mas se fosse, eu também não daria valor.
segunda-feira, 9 de março de 2009
eu não consigo ter isso aqui pra escrever mil coisas sobre o céu e a terra, muito interessantes e inteligentes e loucas e tal.
porque eu não entendo sobre nada .___.
eu entendo de Marias, de Primo's Bar, de piada internas, sobre minhas sextas feiras no Garage, sobre não dormir direito sexta a noite esperando o sábado chegar pra ver o Allan, sobre meus problemas com meu pai, sobre minha falta do que fazer, sobre a preguiça de ir pro cursinho, sobre meu sonho de ser historiadora, das histórias da ETESP, sobre aquele cara massa que fuma todo dia do meu lado e que eu queria ser amiga mas nem rola, sobre cada história sobre cada foto antiga, sobre a comunidade Te Amo Quando Vejo Seu Perfil, sobre as bandas que eu gosto muito, sobre as séries que eu gosto muito, sobre as camisetas que eu faço e faria muito mais se tivesse grana, sobre a minha irmã, sobre mudanças de casa, sobre querer abraçar e não poder, sobre conas altas de telefone, sobre comer pipoca todo dia, sobre ter sofrido muito por não comer e todos esses problemas trashs que nem é bom citar, sobre pegar ônibus em Itapeva e metrô em São Paulo, sobre os brinquedos que a Winky mais gosta, sobre meus amores passados, sobre meus amigos do FFLCH, sobre minhas mágoas, sobre a saudade dos meus avós, sobre minha teoria sobre o amor e sobre os livros policias que eu li nos últimos anos.
o que eu posso fazer com tudo isso?
porque eu não entendo sobre nada .___.
eu entendo de Marias, de Primo's Bar, de piada internas, sobre minhas sextas feiras no Garage, sobre não dormir direito sexta a noite esperando o sábado chegar pra ver o Allan, sobre meus problemas com meu pai, sobre minha falta do que fazer, sobre a preguiça de ir pro cursinho, sobre meu sonho de ser historiadora, das histórias da ETESP, sobre aquele cara massa que fuma todo dia do meu lado e que eu queria ser amiga mas nem rola, sobre cada história sobre cada foto antiga, sobre a comunidade Te Amo Quando Vejo Seu Perfil, sobre as bandas que eu gosto muito, sobre as séries que eu gosto muito, sobre as camisetas que eu faço e faria muito mais se tivesse grana, sobre a minha irmã, sobre mudanças de casa, sobre querer abraçar e não poder, sobre conas altas de telefone, sobre comer pipoca todo dia, sobre ter sofrido muito por não comer e todos esses problemas trashs que nem é bom citar, sobre pegar ônibus em Itapeva e metrô em São Paulo, sobre os brinquedos que a Winky mais gosta, sobre meus amores passados, sobre meus amigos do FFLCH, sobre minhas mágoas, sobre a saudade dos meus avós, sobre minha teoria sobre o amor e sobre os livros policias que eu li nos últimos anos.
o que eu posso fazer com tudo isso?
domingo, 8 de março de 2009
da serie: atordoada.
internet caindo. scraps perdidos. perder onibus por dois minutos. 'psssiu'. que saudade!. coomunhão total de bens... 'mas os discos não'. calor de mais no onibus. dividir uma maçã. tapetão(?). sebo 1. quadrinhos. white album. pechinchas. sebo 2. galinhas d'angola. olho mágico. heresias... rua dos encanamentos. viajar a europa. morar na escocia. loja de cestas?? banco. supermercado. coisas gostosas que eu não gosto ._. camel \o/. bar. moça gentil. futebol. goleiro de rosa. habitat natural. eu tropeço ¬¬. a criança tropeça. 'olha, ele também tropeçou'. você diz que tropeça, não vejo. e não acredito. mesa dois, com certeza! era doze. esbarrada. tropeçar ou esbarrar? bolas de futebol americano. 'se eu fosse mais abastado...'. biografia da amy winehouse o_o. tomar sol é bom :D. linda, gente boa e loira anne! campainha de latas (?). x-men na piscina. o lugar que eu vejo pela webcam realmente existe :O friedrich nietzsche. quarto da música. led zeppelin. diversão. horas passando. ameaças. 'sou um cowboy?' 'você é meu flicts.' (8)you've got her in your pooocket(8). chocolates. 'me trocando pelos beatles'. discos fodas. escova de dentes vermelha. tosse ¬¬. 'precisa de um jardineiro ._.'. 'led zeppelin IV'. 'não esperava menos de você'. ':D'. 'mas vou pôr o led zeppelin I'. ':('. 'tá bom, ponho o quatro'. saci. paquita, atriz pornô e sua latinha. outubro (6). 'vocês fumam, hein!'. galera toda vai comprar cerveja e sou convidada a voltar :). amy winehouse. white stripes. A R C T I C M O N K E Y S. a certain romance ♥_♥. saindo correndo. perder o maço inteiro de malboro ¬¬. esfincter apertando. telefonema. 'mande um beijo pra ela.' 'hahahahahah, mande outro pra ele o_o'. vamos andar que é melhor. se joga na frente do ônibus. tour pela unicamp. fome, aaaah, que fome. subir escadas correndo. moço que você irritou muito a tarde entende o porquê, hahahaha. juntação de moedas, folhado, pão de queijo e coca-cola. cartão amassado. despedida ¬¬''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''
cara de bunda ¬¬
estou muito feliz mesmo.
internet caindo. scraps perdidos. perder onibus por dois minutos. 'psssiu'. que saudade!. coomunhão total de bens... 'mas os discos não'. calor de mais no onibus. dividir uma maçã. tapetão(?). sebo 1. quadrinhos. white album. pechinchas. sebo 2. galinhas d'angola. olho mágico. heresias... rua dos encanamentos. viajar a europa. morar na escocia. loja de cestas?? banco. supermercado. coisas gostosas que eu não gosto ._. camel \o/. bar. moça gentil. futebol. goleiro de rosa. habitat natural. eu tropeço ¬¬. a criança tropeça. 'olha, ele também tropeçou'. você diz que tropeça, não vejo. e não acredito. mesa dois, com certeza! era doze. esbarrada. tropeçar ou esbarrar? bolas de futebol americano. 'se eu fosse mais abastado...'. biografia da amy winehouse o_o. tomar sol é bom :D. linda, gente boa e loira anne! campainha de latas (?). x-men na piscina. o lugar que eu vejo pela webcam realmente existe :O friedrich nietzsche. quarto da música. led zeppelin. diversão. horas passando. ameaças. 'sou um cowboy?' 'você é meu flicts.' (8)you've got her in your pooocket(8). chocolates. 'me trocando pelos beatles'. discos fodas. escova de dentes vermelha. tosse ¬¬. 'precisa de um jardineiro ._.'. 'led zeppelin IV'. 'não esperava menos de você'. ':D'. 'mas vou pôr o led zeppelin I'. ':('. 'tá bom, ponho o quatro'. saci. paquita, atriz pornô e sua latinha. outubro (6). 'vocês fumam, hein!'. galera toda vai comprar cerveja e sou convidada a voltar :). amy winehouse. white stripes. A R C T I C M O N K E Y S. a certain romance ♥_♥. saindo correndo. perder o maço inteiro de malboro ¬¬. esfincter apertando. telefonema. 'mande um beijo pra ela.' 'hahahahahah, mande outro pra ele o_o'. vamos andar que é melhor. se joga na frente do ônibus. tour pela unicamp. fome, aaaah, que fome. subir escadas correndo. moço que você irritou muito a tarde entende o porquê, hahahaha. juntação de moedas, folhado, pão de queijo e coca-cola. cartão amassado. despedida ¬¬''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''
cara de bunda ¬¬
estou muito feliz mesmo.
quarta-feira, 4 de março de 2009
[caraio, a marta lê isso agora! hahahaha]
toca o sinal, 10h30. aula de gramática, com o coruja. estou muuito entretida e resolvi que não posso ficar saindo mais cedo todo dia só pra ir andando calmamente e sentar um tempinho na rodoviária e ficar lendo e fumando. então eu fico. 10h45. o sinal derradeiro. levanto e saio andando antes do comboio, odeio ficar enrolada com aquela centena de gente no meio da escada. chego na rodoviária de boa, o cara que pega o mesmo ônibus que eu e desce no mesmo ponto está lá. há umas 20 pessoas desse lado da plataforma.
estou lendo 'é fácil matar' e está bem na parte da seita das bruxas e tal, quando a bridget some e o luke tem que descobrir que é o assassino loogo senão ela morre.
passa um ônibus, ficam umas 10 pessoas. passa outro, ficam três. e o cara some.
eu fico pensando: 'será que o mano pegou outro ônibus hoje?? ou será que passou o nosso?'
chegam mais umas duas pessoas, logo passa um ônibus e elas vão embora. fico sozinha. mas na outra plataforma tem uma galere ainda.
chega um tiozão meio amalucado em mim, 20 minutos depois: 'você tá indo pra sumaré??'. eu digo: 'ehh... não.' e ele: 'todo mundo vai pra sumaré :D' e sorri um sorriso imenso e banguelo. e eu: 'okaaay, tio (Y) eu vou ali, tá?' e vou embora sorrindo pensando nessa afirmação dele.
olho no relógio: 23h23.
ligo pra minha mãe: 'mãe, fique sussa, eu tô aqui na rodoviária ainda, mas logo chego em casa, acho'.
então o tla ônibus pra sumaré chega. fico eu e um casal.
vem um outro ônibus e eles vão embora.
faz 35 minutos que não passa nenhum ônibus. começo a me assustar.
ligo de novo: 'oh, manhê. não passa mais ônibus, poxa.'
minha mãe me diz pra eu esperar e ficar de boa que uma hora vem o ônibus.
mal acabei de colocar o telefone no gancho surge o mano. o mano vem andando calmamente e passa por mim. e vai andando me olhando. sobe a rampa e fica um tempão lá. já é
11h40. então ele desce e vem vindo me minha direção.
eu agarro o telefone e começo a falar sozinha.
loucamente. ele para no meio do caminho e fica meio sem rumo. então encosta na parede na rampa, cruza os braços e fica me olhando.
tento lembrar o telefone no allan mas não sai nada da minha mente. disfarçadamente ligo pra minha mãe e digo: 'o que faço, mãe?'
ela me aconselha a SUBIR A RAMPA, PASSAR POR ELE, QUEM SABE DAR UM OI, e ir pegar um taxi lá em cima. e eu disse: 'nem fudendo'. e ela: 'fique aí então!'
compreensão nota dez.
continuei fingindo que estava falando com alguém quando o telefone toca(?), eu me assusto a beça(?) e grito: 'MÃE?' e o mano desce uns passos da rampa.
eu poderia até rir agora se eu não ficasse me lembrando do cagaço do momento e tal.
ouço a voz da minha mãe dizendo que vai me mandar um taxi.
o taxi chega e no momento que eu entro eu olho pra trás eu vejo o mano descendo a rampa e indo embora ¬¬
aff. que bosta.
odiei essa história.
toca o sinal, 10h30. aula de gramática, com o coruja. estou muuito entretida e resolvi que não posso ficar saindo mais cedo todo dia só pra ir andando calmamente e sentar um tempinho na rodoviária e ficar lendo e fumando. então eu fico. 10h45. o sinal derradeiro. levanto e saio andando antes do comboio, odeio ficar enrolada com aquela centena de gente no meio da escada. chego na rodoviária de boa, o cara que pega o mesmo ônibus que eu e desce no mesmo ponto está lá. há umas 20 pessoas desse lado da plataforma.
estou lendo 'é fácil matar' e está bem na parte da seita das bruxas e tal, quando a bridget some e o luke tem que descobrir que é o assassino loogo senão ela morre.
passa um ônibus, ficam umas 10 pessoas. passa outro, ficam três. e o cara some.
eu fico pensando: 'será que o mano pegou outro ônibus hoje?? ou será que passou o nosso?'
chegam mais umas duas pessoas, logo passa um ônibus e elas vão embora. fico sozinha. mas na outra plataforma tem uma galere ainda.
chega um tiozão meio amalucado em mim, 20 minutos depois: 'você tá indo pra sumaré??'. eu digo: 'ehh... não.' e ele: 'todo mundo vai pra sumaré :D' e sorri um sorriso imenso e banguelo. e eu: 'okaaay, tio (Y) eu vou ali, tá?' e vou embora sorrindo pensando nessa afirmação dele.
olho no relógio: 23h23.
ligo pra minha mãe: 'mãe, fique sussa, eu tô aqui na rodoviária ainda, mas logo chego em casa, acho'.
então o tla ônibus pra sumaré chega. fico eu e um casal.
vem um outro ônibus e eles vão embora.
faz 35 minutos que não passa nenhum ônibus. começo a me assustar.
ligo de novo: 'oh, manhê. não passa mais ônibus, poxa.'
minha mãe me diz pra eu esperar e ficar de boa que uma hora vem o ônibus.
mal acabei de colocar o telefone no gancho surge o mano. o mano vem andando calmamente e passa por mim. e vai andando me olhando. sobe a rampa e fica um tempão lá. já é
11h40. então ele desce e vem vindo me minha direção.
eu agarro o telefone e começo a falar sozinha.
loucamente. ele para no meio do caminho e fica meio sem rumo. então encosta na parede na rampa, cruza os braços e fica me olhando.
tento lembrar o telefone no allan mas não sai nada da minha mente. disfarçadamente ligo pra minha mãe e digo: 'o que faço, mãe?'
ela me aconselha a SUBIR A RAMPA, PASSAR POR ELE, QUEM SABE DAR UM OI, e ir pegar um taxi lá em cima. e eu disse: 'nem fudendo'. e ela: 'fique aí então!'
compreensão nota dez.
continuei fingindo que estava falando com alguém quando o telefone toca(?), eu me assusto a beça(?) e grito: 'MÃE?' e o mano desce uns passos da rampa.
eu poderia até rir agora se eu não ficasse me lembrando do cagaço do momento e tal.
ouço a voz da minha mãe dizendo que vai me mandar um taxi.
o taxi chega e no momento que eu entro eu olho pra trás eu vejo o mano descendo a rampa e indo embora ¬¬
aff. que bosta.
odiei essa história.
domingo, 1 de março de 2009
sinceridade é uma parada que me entorpece.
en-tor-pe-ce.
acho lindo.
uma dessas coisas que deviam ser automáticas mas, usemos dela, não é.
não é.
há mil coisas que são assim. e quase todas são boas.
ajudar os outros, rir de piadas sem graça por educação, oferecer um pedaço do que está comendo, ler, prestar atenção quando alguém conta uma história ou fala de si mesmo, ouvir beatles, contar o tempo por minutos, sentir saudade de quem está distante, almoçar e jantar tods os dias em horário razoáveis, ter fé no amor, enxergar todas as cores, parar pra olhar a paisagem.
talvez pelo fato de que eu faço tudo isso - tirando almoçar e jantar porque... ah, é dificil - nenhuma dessas coisas me surpreende quando eu vejo alguém fazendo ou me dou conta de que estou fazendo.
porém, há um tipo de sinceridade, que ME ENTORPECE!
uma sinceridade que só é usada num estado de espírito encantador e para fins muito bons mesmo.
ou pra seguir em frente deixando coisas pra trás, ou pra seguir em frente levando coisas que você quer do seu lado. essas são situações win win.
e só possíeveis com sinceridade.
ignorando temporariamente que - DÃRGH - todos os meus relacionamentos acabarma, por um motivo ou outro (mentira, todas as vezes é o mesmo motivo), dou a dica de uma emocionante festa de bodas de ouro: sinceridade.
seja sincera contigo mesma, amiga. pense: 'eu gosto do fulano, gosto bagarai!'. mas aí, diga isso em voz alta, olhando nos olhos dessa tal pessoa. ou então, diga: 'olha, colega... eu não morro de amores por você, mas tenho uma boa simpatia. podemos tentar, né, indo devagar e tal. um dia surge algo foda ;)'. sem joguinhos. não guarde as coisas pra você! isso dá me merda!
comigo isso sempre acontece, tem sempre uma coisa ou outra que eu não me sinto confortável pra abrir pro público, e depois surgem - porque é sua pessoa, quem você é, tua personalidade, SUUURGE AMIGAAA, não tem como esconder. ainda mais se você tem amigas bobas e que bebem regularmente - e dá em merda. não tô falando de segredos do tipo 'mateialguém' ou 'souhemafrodita' ou 'deipranemlembroquemnoultimobailedecarnaval'.
tô falando de coisas bobas, que deviam ser AUTOMATICAMENTE ditas, que não era pra serem big deal, se alguém te ama, cara... ah, sei lá. o buraco aí é mais embaixo.
e tem isso. tem coisa que não tem como "achar". só pode ser dito como certeza, senão não deve ser dito! questão de bom senso.
mas, voltando a sinceridade (não que no fundo eu tenha saído do assunto, né.). eu tenho tão firme nas minhas idéias que essa é a parada, esse é o segredo, que me en-tor-pe-ce ver a coisa acontecendo.
principalmente da minha parte. eu não consigo ser assim. não tem raio que me faça ser eu mesma e poder falar da penelope cruz como eu penso ou das merdas que eu faço na minha vida sem um pingo de vergonha.
acho lindo poder realmente falar o que me der na telha.
tomara que continue assim.
bodas de ouro... hahahahahahhaahhahaha. piada sem graça O_O
en-tor-pe-ce.
acho lindo.
uma dessas coisas que deviam ser automáticas mas, usemos dela, não é.
não é.
há mil coisas que são assim. e quase todas são boas.
ajudar os outros, rir de piadas sem graça por educação, oferecer um pedaço do que está comendo, ler, prestar atenção quando alguém conta uma história ou fala de si mesmo, ouvir beatles, contar o tempo por minutos, sentir saudade de quem está distante, almoçar e jantar tods os dias em horário razoáveis, ter fé no amor, enxergar todas as cores, parar pra olhar a paisagem.
talvez pelo fato de que eu faço tudo isso - tirando almoçar e jantar porque... ah, é dificil - nenhuma dessas coisas me surpreende quando eu vejo alguém fazendo ou me dou conta de que estou fazendo.
porém, há um tipo de sinceridade, que ME ENTORPECE!
uma sinceridade que só é usada num estado de espírito encantador e para fins muito bons mesmo.
ou pra seguir em frente deixando coisas pra trás, ou pra seguir em frente levando coisas que você quer do seu lado. essas são situações win win.
e só possíeveis com sinceridade.
ignorando temporariamente que - DÃRGH - todos os meus relacionamentos acabarma, por um motivo ou outro (mentira, todas as vezes é o mesmo motivo), dou a dica de uma emocionante festa de bodas de ouro: sinceridade.
seja sincera contigo mesma, amiga. pense: 'eu gosto do fulano, gosto bagarai!'. mas aí, diga isso em voz alta, olhando nos olhos dessa tal pessoa. ou então, diga: 'olha, colega... eu não morro de amores por você, mas tenho uma boa simpatia. podemos tentar, né, indo devagar e tal. um dia surge algo foda ;)'. sem joguinhos. não guarde as coisas pra você! isso dá me merda!
comigo isso sempre acontece, tem sempre uma coisa ou outra que eu não me sinto confortável pra abrir pro público, e depois surgem - porque é sua pessoa, quem você é, tua personalidade, SUUURGE AMIGAAA, não tem como esconder. ainda mais se você tem amigas bobas e que bebem regularmente - e dá em merda. não tô falando de segredos do tipo 'mateialguém' ou 'souhemafrodita' ou 'deipranemlembroquemnoultimobailedecarnaval'.
tô falando de coisas bobas, que deviam ser AUTOMATICAMENTE ditas, que não era pra serem big deal, se alguém te ama, cara... ah, sei lá. o buraco aí é mais embaixo.
e tem isso. tem coisa que não tem como "achar". só pode ser dito como certeza, senão não deve ser dito! questão de bom senso.
mas, voltando a sinceridade (não que no fundo eu tenha saído do assunto, né.). eu tenho tão firme nas minhas idéias que essa é a parada, esse é o segredo, que me en-tor-pe-ce ver a coisa acontecendo.
principalmente da minha parte. eu não consigo ser assim. não tem raio que me faça ser eu mesma e poder falar da penelope cruz como eu penso ou das merdas que eu faço na minha vida sem um pingo de vergonha.
acho lindo poder realmente falar o que me der na telha.
tomara que continue assim.
bodas de ouro... hahahahahahhaahhahaha. piada sem graça O_O
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