terça-feira, 28 de abril de 2009

-Nossa, essa carne tá dura, né?
-Hmm... é.
-Tá dificil.
-Pods creê.
Mamãe entra.
-Mãe, a sua carne tava dura?
-Ah, tava médio.
-A minha tá muito dura!
-A minha também!
-Comam aí e fiquem quietas. E dê um pedaço pra Winky.
-Toma.
Dá a carne inteira.
-Meu, ela não vai conseguir comer isso!
Mãe olha.
-Não porque tá dura, mãe! Porque é grande...
-HAHAHAHAH, NÃO PORQUE TÁ DURA HAHAHAHAH
Mãe sai.
-Droga ¬¬
-Vou comer só o queijo e a cobertura.
Olha disfarçadamente pra varanda e vê que aparentemente ninguém tá olhando. Nem papai, nem mamãe, nem as visitas.
Cospe a carne no prato. E sorri.
Olho pra fora. Papai está olhando e rindo.
-Be... o papai viu.
-FODA-SE. AH!
Tampa a própria boca assustada e ri.
-DE ONDE SURGIU ISSO??? QUE MÁ EDUCAÇÃO!!!
-É que eu ouço muito Matanza...

sexta-feira, 24 de abril de 2009


Talento é algo lindo!
Sou eu, eu mesma. Pareço estar me olhando no espelho!


Adriele nunca lembra que meu nome tem acento u_u

quinta-feira, 23 de abril de 2009


Engraçado como a gente tem um preferido tudo.
Um livro, um suco, um filme, um lugar, um desenho animado, uma cor, um corte de cabelo, um tipo de homem. Ou mulher. Ou os dois.
Eu tenho preferidos estranhos. Copo preferido. Cadeira preferida. Vaquinha preferida da estampa da toalha de mesa. Espaço do chão preferido pra sentar no Thunder. Foto preferida de gente que eu não conheço. E jeans. Ai, meus grãos, os jeans.
Eu me apego de tal forma nessas coisas.
De tal forma. Eu me irrito sinceramente se alguém pegar minha caneca da Minnie [momento Doritos: veja o video]. Me irrito se tem alguém sentado onde eu quero depositar meu peso no estacionamento da MegaStore Zanini.
Vivo com ontade de add a pessoa só pra mandar um scrap: 'ai, põe aquela foto meio de lado com a blusa dos beatles no perfil!'

Mas os jeans...
Eu uso meu jeans favorito até rasgar. Aí rasga e eu continuo usando. Aí rasga mais, minha mãe proíbe e eu uso escondida.


Ontem, as 2h30 da manhã, eu picotei meu jeans favorito inteiro. Me libertei.
Pra eu não poder usar mais. Doeu. Mas foi necessário.



Ai, ai.
E rabisquei as pernas inteiras. Isso foi legal, assumo. Afinal, rabiscar pernas de calça jeans agora é um dos meu preferidos :)

domingo, 19 de abril de 2009


Holden Caulfield é um cara normal que foi expulso de alguns colégios, cresceu 13 m em um ano, fuma demais, gosta de whisky, perdeu um irmão pra leucemia, ama uma garota que nunca foi sua e tem várias garotas que nunca amou. Quer fugir pro Colorado e se fingir de surdo mudo, não entende quase nada, sente muito muita coisa, é quase virgem, quase experiente, mas é que as garotas sempre dizem: 'pára, pára!' e ele pára, mesmo sabendo que elas queriam que tudo tivesse continuado! Tem uma opinião sobre tudo, ama sua irmã mais nova e odeio todo o resto. Ele está completamente perdido. Ele precisa de um tempo. Tudo o que ele quer da vida é poder estra num grande campo de centeio na beira de um abismo, agarrando os garotinhos que fossem cair do precipício. Ele não sabe o que fazer, não sabe lidar com o que sente e ele sente muita coisa!
E ele escreve sobre isso.

Esse livro eu li pela primeira vez aos 12 anos. Achei bem escrito e divertido, mas não entendi patavinas.
Li de novo com 15, logo que repeti de ano pela primeira vez. E aí sim! Entendo tão bem tudo aquilo que ele sente, ele entende tão bem tudo isso que eu sinto!

Poxa vida, ler é demais.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Lovin' Spoonful, OUÇAM.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Ontem eu tava deitada de noite, antes de dormir e tal. Tava lendo um livro da Agatha Christie, PRA VARIAR NÉ q.
Aí me deu muita vontade de escrever, eu olhava pra caneta, ela olhava pra mim e eu querendo chegar nela, ela querendo que eu chegasse e tal.
Então fechei o livro e obviamente... peguei uma revista :)
[Isso me lembra um Atrevida velha da Marta que está aqui comigo hahahah]


E aí eu li a entrevista da capa e ela era feita de um jeito divertido, a reporter dá as letras de A à X (não me pergunte porque não tem o Z) e você fala a primeira palavra que te vem na mente e explica o porquê e tal.
E ai sim resolvi pegar a caneta e o caderno e comecei a escrever sobre 23 coisas.
Queria publica-las, cara, ficou legal à beça. Mas é muita coisa e sei que ninguém vai ler.
Falei sobre Amor. Beatriz. Casa. Diversão. Escrever. Furacão. Gisele. História. IFCH. Juventude. Lennon. Marias. Nudez HAHAHAH. Onipontente. Primo's Bar. Quantidade. Rock'n'Roll. Saudade. Tesão AUHSUHAUHSUH. Ursupadora UHSUHAUH [AI COMO EU SOU BESTA]. Vontade. Xícaras voadoras me trouxeram até aqui [ESSA É INTERNA PROFUNDA].

Mas o que eu achei mais bonito foi o que eu escrevi na quextão Marias. Ficou tão bonito sincero e verdadeiro, só a madrugada e a saudade trazem essas coisas.
Vou lá escrever no nosso perfil. Se quiser ler, corre lá ;*

domingo, 12 de abril de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009



Quando eu bebo, eu lembro do Zé e me dá vontade de chorar.
Melhor amigo, mano. Ai, que merda.


depoimento escrito quando eu tinha 15 anos:
eu acho que você sabe, né?
você é meu melhor amigo, sempre foi.
é tão estranho que chega a ser tragicômico.
você alguma vez pensou que o Acaso colocaria na sua vida uma versão feminina de você? eu nunca pensei que haveria por aí uma versão masculina de mim. e quando nós caímos na mesma sala em 2005 e nos tornamos um escudeiro fiel do outro foi a cereja do bolo! mas até aí tudo bem. o tragicômico vem na hora em que se pensa na cara com que o Acaso deve ficar quando, depois de colocar, mui marotamente, mais de 300 km entre nós dois, ele percebe que não adiantou. quando duas almas, duas mentes e dois corações estão muito perto e se compreendem tão reciprocamente, a distância corporal não interfere.
eu não sei você, mas eu sinto você aqui do meu lado o tempo todo. toda vez que eu rio de um trocadilho idiota, que eu tomo sorvete de papaya, que eu ouço mettalica, que eu digo: 'silêêncio!' pra alguém, que eu penso em uma barba, um brinquinho na orelha esquerda, em uma cantada que na verdade faz rir. ou seja, o tempo inteiro.
eu acho que esses negócios de amizade é igual alma gêmea e talz. é uma vez só. há uns pobres coitados que não tiveram a sorte que eu tive ao conversar com você pela primeira vez, naquela loja de piercings na galeria do rock. e há uns trouxas que tiveram e deixaram escapar em alguma situação que encararam como 'difícil'.
mas eu não! quando eu reconheci em você meu melhor amigo não deixei briguinhas sobre truco, quem é melhor: beatles ou mettalica, ciúmes imbecis, 'vai lá com fulaninho's ou mudanças de cidade/escola levarem você de mim.
afinal, com quem mais eu riria, conversaria sobre
coisas constragedoras e absurdas que eu não tenho coragem de confessar para mais ninguém, me sentiria compreendida, poderia ser eu mesma, cantaria charlie brown("rubão, rubãããão"), teria acessos de riso lá no fundo da sala, inventaria uma piada da azeitona para nos salvar de uma saia justa além de você?
você.
meu menino, meu irmão, meu herói, meu artilheiro, meu palhaço, meu conselheiro, meu fiel escudeiro, meu amor, meu melhor amigo.
grudados pela etesp ou um em cada ponta do estado.



André Felipe, meu saudoso melhor amigo.
update pro post anterior: agora eu sei: EU SOU A HELOISA.


e bia não me ajuda nem um pouco, só dá tapas na minha cara.



agora ue tô bem :)

[not]
O ciúme é o pior monstro criado pela imaginação, alguém disse um dia.
Eu sei disso, juro que sei, sempre soube.
Mas saber e não sentir é BEM diferente.
HAHAHAHAHAH, sério.



Eu sempre tive ciúme das minhas amigas. E, olha, eu sei que não serve pra nada dizer isso, mas não é de qualquer amiga, é só das que eu amo muuuuuuuito.
E o maior exemplo disso é que eu nunca senti isso por nenhum cara até agora, não muito, não sempre, pelo menos.
Mas, CARALHO!
Tem gente que parece que nasceu pra tentar roubar as coisas de mim!! >.<


AUSHUAUHSUHHUUHAHUSUHUHAUUHSUHAUHUSUHAUHUSASUAUSUHAUHHUUH
Tô doida, não levem em consideração. Dou ataques de mentira, pra evitar os de verdade.


De uma forma ou de outra, não há porque vocês terem medo, porque eu engulo meus ciúmes e nóias ou sento em cima deles e fico quietinha. Mas que eu queria minhas amigas e meu namorado e minha irmã SÓ PRA MIM EU QUERIA.

[Eu sinceramente deveria me tratar, Fazer o que, né.]

E eu tenho que dizer de novo uma coisa, pra que esse post tenha realmente o efeito de desabafo que eu queria.
Mas, CARALHO! Tem gente que parece que nasceu pra tentar roubar as coisas de mim!! u_u

Mas, CARALHO! Tem gente que parece que nasceu pra tentar roubar as coisas de mim!! u_u
Mas, CARALHO! Tem gente que parece que nasceu pra tentar roubar as coisas de mim!! u_u

Pronto, estou melhor. E tem outra coisa: TENTE AMICA, APENAS TENTE.



Pronto, agora a situação ficou ainda pior, já estou fazendo ameaças para o nada.
Allan me diagnosticou: sou paranóica.



s.f. zelo amoroso; inveja; receio de perder o objeto amado...

domingo, 5 de abril de 2009

dias mágicos...
ouié.



N: Panda?
A: ¬¬
N: Passarinho... sabiá.
A: Águia!
N: Labrador?
A: Lobo.
N: Gato?
A: Tigre!
N: Tamanduá?
A: Ná! Tamanduá???
N: Tatu Bola!
A: ¬¬
N: Pinguim *___*
A: Quem sabe um ornitorrinco.
N: :/
A: ¬¬
N: Flamiingoo *____*
A: ¬¬
N: Louva-deus.
A: Nada de insetos.
N: Cigarra?
A: Nada de inseto!
N: :/
A: ¬¬
N: Ah!
A: Tubarão.
N: Um peixinho... uma raia.
A: Raias são bizarras.
N: Um peixe espada? Uma enguia elétrica??
A: Enguia elétrica...
N: Ainda quero um panda!

Com muitas, muitas risadas da minha parte e olhares de desprezo da parte dele por toda a conversa.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mitos Itapevenses - O Véio do Chapéu que Ri. MUITO.


VOXê É A PINXESA MAIIS LINDA DO MEU CAXXXTEEELOOO HAUHUSAFOUIAHSDUIUAhsahsiudhUASHUAUHSHASUHHAUHSHAIDS BOGIUHIUHUHUHUUHUHUUHUUHUHUHUHUHUHHPDFOIIUAHSFIUNSAHISDFIUHDSFHUHHUUHUHUHHUUHHUUHDUSFHOISAUHFD NIOUASHNDIOUFNCHOASIUFHIOUADHSNCFUOA

Baseado em fatos reais.



Marta diz: 'Depois em vejo aquele louco que me chama de princesa e ri descontroladamente conversando normalmente com uma moça no mercado!'
Eu vou contar uma história agora.
Quatro meninas andavam pela rua numa cidade pequena do interior. Era noite, bem tarde. Elas estavam muito tristes. Então, coisa tão comum nessa rotina, apareceu uma festa! Elas sentaram e conversaram umas duas horas sobre ir ou não. Resolveram apenas ir descendo até lá, porque nada poderia piorar a tristeza delas.
Chegando perto, foi surgindo um pânico nelas. Elas olhavam aquela casa imponente e aquele portão enorme e não sabiam o que fazer. Uma delas teve uma idéia: vamos ligar para alguém lá de dentro. "A cobrar??". A cobrar, lá todo mundo tem dinheiro mesmo. E tem um lá devendo-nos favores. Esse tal havia estado numa festa na casa delas há uns dias atrás e DEFINITIVAMENTE devia favores.
Uma delas ligou e inventou uma história muito estranha, onde não havia nada de verdade. Ele disse: 'Quando vocês chegarem, dão um toque que eu abro a porta'. Mas... elas já estavam lá. E começaram a pensar: 'E agora? Vamos ter que esperar pra ligar, senão ele vai saber que estivemos aqui o tempo todo!" Nesse momento, elas se encontravam sentadas no chão, atrás de um carro azul, cuja placa, elas dizem nunca se esquecerem era BUR. Sim, Bur. Engraçado.
Ficaram lá mais um tempo num intenso ataque de bobeira, debaixo do carro BUR há uns 5 metros da casa do Neto Xither, quer dizer, da casa da festa da história, falando baixo e com um pouco de medo do que viria acontecer. Duas delas queriam ir embora, outras duas queriam ir na festa ver os homi.
Foi então que aconteceu. Dois meninos saíram da porta da casa em direção ao carro. Elas ficaram desperadas e tendo ataque de riso de nervoso. E se o caro BUR fosse deles?? E se eles atropelassem as meninas?? E se eles viessem perguntar: 'ué, vocês não tavam lá no Luís pensando em vir aqui, se pá? O QUE TÃO FAZENDO DEITADAS NO CHÃO?'. Então elas foram engatinhando, rindo como loucas. De repente, uma levanta, a outra, as outras. Começaram a andar normalmente, o mais normalmente possível. Os meninos passaram por elas achando um pouco estranho quatro meninas surgirem do chão, mas não disseram nada.
A humilhação foi tanta que elas juraram nunca contar isso pra ninguém, mesmo que no dia seguinte o resto da turma toda já soubesse. Elas acabaram indo sentar numa esquina beem longe e lá ficaram o resto da noite. Morrendo de vergonha e pensando: "É... foi a aventura final".


Me perdoem, Bia, Marta e Monique por contar essa história maravilhosamente tosca.